Renault aposta em KWID Elétrico para propagar a Tecnologia

Renault aposta em KWID Elétrico para propagar a Tecnologia

Revelado à véspera do Salão de Paris, subcompacto global estreia em 2019 no mercado chinês, mas deve chegar no futuro às ruas brasileiras.

A Renault apresentou nesta segunda-feira 01/10 o conceito K-ZE, a versão elétrica do subcompacto Kwid. O avant-première mundial ocorreu em Paris, à véspera do salão mais charmoso do mundo, que abriu as portas na capital francesa nesta terça-feira 02/10.
A China é o mercado de elétricos que mais cresce e não há como competir lá neste momento. Os modelos chegam muito caros. Há Japão, EUA e Europa, mas a China é outro mercado. Com esse bebê, nos vamos ser capazes de competir, explica Ghosn, que espera vender 550 mil carros elétricos no país em 2022. Durante este período, a Renault deve lançar nove modelos inéditos, sendo três deles elétricos.

Elétrico e global

O K-ZE será inicialmente fabricado na China, onde estreia no ano que vem para depois ganhar o mundo em um futuro próximo.
Será global em três anos. É uma plataforma global, um modelo que será acessível, que pode entrar em qualquer mercado, na Europa, em mercados em desenvolvimento, promete o executivo.
Não é só no tamanho que ele é semelhante ao Kwid. O visual, salvo os elementos tipicamente descolados de conceito, também lembra bastante o popular. A autonomia prometida é de 250 km com uma carga.
Divertido de dirigir e fácil de carregar. É um modelo urbano, com inspiração em SUVs, afirmou Ghosn.
O desenvolvimento foi feito na França, em cooperação com a joint venture da Renault na China. mantendo os padrões internacionais de engenharia e fabricação do grupo, segundo Ghosn. Competitividade e a promessa de qualidade, ambos efeitos colaterais de mirar o lucrativo mercado chinês, foram um mantra da apresentação.
Juntamos o melhor da Renault, a experiência em elétricos, a experiência em carros acessíveis e a experiência em capacidade produtiva, ressaltou.
Resta saber realmente com que preço vai chegar por aqui. Especificamente para o Brasil, a montadora afirma que será preciso avaliar como caminhará o programa Rota 2030 e seus incentivos (ainda fracos) para elétricos.



Publicado em: 02/10/2018

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